Desde o início desse ano, tenho, de uma forma ou de outra, nesta ou naquela escola, dado aulas de desenho.
Num curso livre, você tem tempo, material, um programa pré-estabelecido e um método que vem funcionando – por mais que nem sempre tenha tudo a ver com a sua mecânica.
Na universidade, o tempo é escasso. Os alunos muitos, o espaço inadequado – no geral – e o desinteresse permanece… enquanto eles mesmos – os alunos – não percebem que conseguem desenhar, que respondem e correspondem às expectativas.
Minhas e deles.
As minhas são sempre altas. As deles, hahá, maiores ainda.
Tive a surpresa enorme e muito grata mesmo de ver a evolução dos meus alunos de desenho, de desenvolver um arranjo de aulas quase individualizadas, ainda que numa classe com mais de setenta pessoas.
A resposta é magnífica.
O retorno melhor ainda.