Feeds:
Posts
Comentários

Bella Rosenfeld Chagall

Quando me olhava no espelho nesta última semana, cor nova, corte novo, mas uma certa familiaridade…

Ora ora ora!

EU ESTOU USANDO O CORTE DE CABELO DA BELLA CHAGALL!!!!!!!!!

No último feriado

No último feriado, nos vimos numa cidade vazia e, assim, como quem não quer nada, começamos a ver o que podíamos fazer.

Vou falar a verdade: foi super gostoso, dispor de todas as possibilidades de diversão que uma metrópole oferece, sem enfrentar filas, ou trânsito.

Acabamos fazendo de tudo um pouco.

Fomos ver Uma Pilha de Pratos na Cozinha, peça em cartaz nos Satyros Um, depois de passar pelo samba de sábado  da Medicina.

Ok, eu não sou nada sambistas, não gosto muito mesmo, mas é aquela coisa boa de ouvir, organizada pelos professores da Medicina da USP, ali na Praça Roosevelt. Acontece todo sábado, começa cedo e termina antes das dez.

Ambiente familiar. Mesmo, várias criancinhas no recinto, com seus respectivos genitores.

O engraçado é, como sempre, eu dar bandeira de que não tenho nenhum samba no pé e o povo – simpaticíssimo – achar que eu sou gringa. Vai entender!

 No Belas Artes, vimos Pequena Miss Sunshine, que eu ainda não tinha visto – shame on me!

E depois, no espaço dos Parlapatões, aproveitamos o bar/foyer.

O chato é que alguns espaços de cultura não abram quando os feriados são nas segundas. É o caso do Instituto Tomie Ohtake. Por sinal, a exposição de Modernos e Pós-Modernos vai até esse fim-de-semana. Aproveitem!

Livros

Hipocritando – Gianni Ratto

A Moda e sua função social – Diana Crane

Top da Play List

Diamonds On The Inside – Ben Harper

Namaste

Eu? Sou designer!

Às vezes eu não quero falar de Moda, e esse negócio de fazer mestrado em Design me deu a saída perfeita.

Quando me perguntam o que eu faço, eu digo que sou designer e ninguém me incomoda.

Engraçado como ninguém te pergunta “designer do quê”. Nem coça a cabeça, nem torce o nariz e nem olha com superioridade.

Mas eu sou designer. De Moda.

O que mais incomoda não é o desdém do povo.

Isso é bobagem e eu passei dessa fase lá pelo meio do 1º ano de faculdade.

O lance chato é que ser designer de Moda (ou estilista, como dizem), é meio que ser como médico, todo mundo vem cheio de dúvidas. Consultoria grátis pra irmã, cunhada, primo ou namorada de amigo, nossa senhora, isso nunca acaba.

Ou com aquelas incríveis perguntas, do tipo… “o que é Moda”, “quem usa as roupas dos desfiles” e “você conhece (alguma modelo, atriz/ator, dono de agência, designer…)”.

Porque, afinal, a vida da gente é uma balada constante. Ninguém trabalha, ninguém tem reunião e nem conta pra pagar. E esse negócio de relacionamento sério, casa, roupa pra lavar, cachorro doente, imagina!

Porque, é claro, que gente da Moda tem obrigação de estar sempre sorrindo, despreocupada.

E é lógico que as nossas preocupações têm tudo ou nada a ver com alavancar as vendas dos produtos dessa estação. E da próxima.

Porque, ou somos seres absolutamente criativos e alienados ou somos capitalistas massacrantes que só pensam em produzir a obsolência.

E já que ninguém escolhe se um ou outro, vamos lá.

Porque, eu!? Sou designer.

A Que Vim

Eu sou fã de construir relações.

E é essa idéia de tecer uma trama que relacione Moda e Cultura que me encanta.

Não vejo a Moda como essa festa embalada a champanhe e glamour, essa imagem que é vendida na banca de jornal. E quem trabalha com Moda sabe do que eu estou falando.

Bien, é isso, bem vindos e até breve.

« Novos Posts